"Andei por aí, numa constante linha reta
Onde cada lado era o lado oposto refletido
E por onde eu já passei
A existencia deixou de existir...
E nada mais era...
E eu andei mais um pouco,
Com a minha alma peregrina,
Cigana,
Sem planos,
Só andei...
E andei e andei e andei...
Mas não temi a solidão,
Não temi as sombras nem a noite
Nem me abati com as dores de meus pés
E as dores da minha alma...
Pois eu andei rumo à frente
Onde o melhor sempre está a esperar
Aquele que anda sem olhar 'prá trás...
E eu andei..."
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