Depois de mim não há mais nada
Pois que também nada nunca houve antes
Só há silencio, só há vazio
Só eu...
Depois de mim, nem o dilúvio,
Nem o disastre se dá ao trabalho de aparecer
Não há nada...
Só um silencio sepulcral...
Pois esse meu corpo nada mais é
Que um mausoleu de minha alma fadigada
Fadada a nada ser nessa terrinha de ninguém
E que frio passa a minha alma
Que solidão que me vem com o vento...
Shhh... Ouça!...
Encoste teu ouvido no meu peito
Fecho os olhos e, se prestar atençao,
Ouvirás o mar,
Ondas quebrando pelo mundo inteiro...
"O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se além dele, através do impossível." - (Arthur C Clarke - Profiles of the Future: An Inquiry Into The Limits of the Possible)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Escrituras
"Eu escrevo porque me faz bem
Eu escrevo porque eu quero
Eu escrevo para espantar a tristeza,
Para amenizá-la ou acariciá-la...
Eu escrevo porque me faz bem
Eu escrevo porque assim nasci
Eu escrevo pois não me deixo abalar
Por dores, amores, tristezas e outros blá-blá-blás...
Eu escrevo porque assim se quis
Eu escrevo porque é assim que eu quero
Eu escrevo porque minhas mãos tem fome de papel
E sede pela tinta que marca-os...
Eu escrevo porque minha alma me pede
Eu escrevo porque minha alma é inquieta
Eu escrevo porque minha alma quer falar
Mas ninguém a ouve...
Eu escrevo porque não sei falar direito
Porque não sei falar...
Eu escrevo porque é o meu único jeito de comunicar..."
Eu escrevo porque eu quero
Eu escrevo para espantar a tristeza,
Para amenizá-la ou acariciá-la...
Eu escrevo porque me faz bem
Eu escrevo porque assim nasci
Eu escrevo pois não me deixo abalar
Por dores, amores, tristezas e outros blá-blá-blás...
Eu escrevo porque assim se quis
Eu escrevo porque é assim que eu quero
Eu escrevo porque minhas mãos tem fome de papel
E sede pela tinta que marca-os...
Eu escrevo porque minha alma me pede
Eu escrevo porque minha alma é inquieta
Eu escrevo porque minha alma quer falar
Mas ninguém a ouve...
Eu escrevo porque não sei falar direito
Porque não sei falar...
Eu escrevo porque é o meu único jeito de comunicar..."
domingo, 16 de outubro de 2011
Olhos
"Proteja-me nos teus olhos
Proteja-me nas sombras do eu olhar
Traga a sorte em brilhos
Sorria e me venha alegrar"
Proteja-me nas sombras do eu olhar
Traga a sorte em brilhos
Sorria e me venha alegrar"
sábado, 15 de outubro de 2011
Caminhos
"Andei por muitos caminhos
Lutei contra vários moinhos
Já me considerei louco
Alguns dizem que ainda sou... só um pouco!
Já amei por várias terras
Já naufraguei em navios
Já fui poeta em outra vida
Sou um poeta agora em outro caminho
Já sambei miudinho
Já me enlouqueci no rock'n'roll
Já fui criança um dia
Na alma, criança ainda sou
Tempo me deu coração
Que sonha com o infinito:
Tenho almas de poetas
Sussurrando em meus ouvidos..."
Lutei contra vários moinhos
Já me considerei louco
Alguns dizem que ainda sou... só um pouco!
Já amei por várias terras
Já naufraguei em navios
Já fui poeta em outra vida
Sou um poeta agora em outro caminho
Já sambei miudinho
Já me enlouqueci no rock'n'roll
Já fui criança um dia
Na alma, criança ainda sou
Tempo me deu coração
Que sonha com o infinito:
Tenho almas de poetas
Sussurrando em meus ouvidos..."
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Segui Em Frente
"Andei por aí, numa constante linha reta
Onde cada lado era o lado oposto refletido
E por onde eu já passei
A existencia deixou de existir...
E nada mais era...
E eu andei mais um pouco,
Com a minha alma peregrina,
Cigana,
Sem planos,
Só andei...
E andei e andei e andei...
Mas não temi a solidão,
Não temi as sombras nem a noite
Nem me abati com as dores de meus pés
E as dores da minha alma...
Pois eu andei rumo à frente
Onde o melhor sempre está a esperar
Aquele que anda sem olhar 'prá trás...
E eu andei..."
Onde cada lado era o lado oposto refletido
E por onde eu já passei
A existencia deixou de existir...
E nada mais era...
E eu andei mais um pouco,
Com a minha alma peregrina,
Cigana,
Sem planos,
Só andei...
E andei e andei e andei...
Mas não temi a solidão,
Não temi as sombras nem a noite
Nem me abati com as dores de meus pés
E as dores da minha alma...
Pois eu andei rumo à frente
Onde o melhor sempre está a esperar
Aquele que anda sem olhar 'prá trás...
E eu andei..."
domingo, 9 de outubro de 2011
Será Eu
"Tentando entender o que estão falando ao meu redor
Todos parecem tão maiores
Que minha alma, maior do que eu sou
Mas as palavras começam a embarralhar
Tudo começa à se complicar e os nós parecem se apertar...
As minhas mãos tocam e parecem só saber destruir
As paredes estão à ruir
Preciso sair daqui
Me mostre a porta que agora vai me libertar
Desse mundo que quer me manipular
As horas andam de trás 'pra frente
É tanta gente
Querendo um pouco de mim para aproveitar
Sugando de mim o que há 'pra sugar
Sou eu que estou me prendendo?
Sou eu que estou me corroendo?
Sou que estou à me desmoronar?
Será que eu me destruo som reparar?
Seria eu meu próprio inimigo?"
Todos parecem tão maiores
Que minha alma, maior do que eu sou
Mas as palavras começam a embarralhar
Tudo começa à se complicar e os nós parecem se apertar...
As minhas mãos tocam e parecem só saber destruir
As paredes estão à ruir
Preciso sair daqui
Me mostre a porta que agora vai me libertar
Desse mundo que quer me manipular
As horas andam de trás 'pra frente
É tanta gente
Querendo um pouco de mim para aproveitar
Sugando de mim o que há 'pra sugar
Sou eu que estou me prendendo?
Sou eu que estou me corroendo?
Sou que estou à me desmoronar?
Será que eu me destruo som reparar?
Seria eu meu próprio inimigo?"
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Eus
"Quem sou eu?
Um poudo de tudo, pouco nada
Poça d'água, torvão e raio
quem sou eu, quem sou eu?
Que eu sou...
O que sou em toda abrangencia
Que um ser se pode atingir?
O que? Quem sou?
Sou o chorrar, o sorrir...
Sou a tristeza na lágrima que corre lenta
Numa canção dolorosa de Maysa, talvez
Um fim trágico de Shakespeare
Um romance,
Um tiro de curto alcance
Um instante...
Uma luz fraca, sem cor
Um prisma a refletir
Um reflexo
O nexo numa historia de um louco
O louco...
Quem sou eu? Quem sou eu?
Eu sou nada...
Talvez um sonho esquecido
Um livro muito bem guardado
À quem engano?
Sou um mar salgado:
Mar morto sem embarcação
Sou, por sonho, a sombra dum chapéu
Um sorriso na infância,
A feliz coincidencia...
A liberdade
Como um baqruinho de papel à deriva...
Um sonho de um sonho...
Quem sou eu?
Quem eu puder sonhar!..."
Lucca R. Diangello
Um poudo de tudo, pouco nada
Poça d'água, torvão e raio
quem sou eu, quem sou eu?
Que eu sou...
O que sou em toda abrangencia
Que um ser se pode atingir?
O que? Quem sou?
Sou o chorrar, o sorrir...
Sou a tristeza na lágrima que corre lenta
Numa canção dolorosa de Maysa, talvez
Um fim trágico de Shakespeare
Um romance,
Um tiro de curto alcance
Um instante...
Uma luz fraca, sem cor
Um prisma a refletir
Um reflexo
O nexo numa historia de um louco
O louco...
Quem sou eu? Quem sou eu?
Eu sou nada...
Talvez um sonho esquecido
Um livro muito bem guardado
À quem engano?
Sou um mar salgado:
Mar morto sem embarcação
Sou, por sonho, a sombra dum chapéu
Um sorriso na infância,
A feliz coincidencia...
A liberdade
Como um baqruinho de papel à deriva...
Um sonho de um sonho...
Quem sou eu?
Quem eu puder sonhar!..."
Lucca R. Diangello
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Certo Nós
"Te vi num canto, olhar perdido
Desiludido estava eu
Desencatada e estarrecida:
Nossas almas desconhecidas
Estava na encruzilhada entre eu e você
Se foram chegando bem juntinho
Com nossos olhos, nossas mãos em nós
Nossas alma, duas luzinhas
Juntas no mais forte Sol
Mas há ainda de andarmos um mundo
Que nos separa em distâncias astronômicas
Em muralhas erguidas e medo e temor
Mas hei de lutar contra correntezas
Desbravar por tempestades
Até chegar do teu lado
E há de tudo melhorar pra melhor
E veremos o nascer de mais de mil sóis e mil luas
E de certo eu e você seremos nós"
Desiludido estava eu
Desencatada e estarrecida:
Nossas almas desconhecidas
Estava na encruzilhada entre eu e você
Se foram chegando bem juntinho
Com nossos olhos, nossas mãos em nós
Nossas alma, duas luzinhas
Juntas no mais forte Sol
Mas há ainda de andarmos um mundo
Que nos separa em distâncias astronômicas
Em muralhas erguidas e medo e temor
Mas hei de lutar contra correntezas
Desbravar por tempestades
Até chegar do teu lado
E há de tudo melhorar pra melhor
E veremos o nascer de mais de mil sóis e mil luas
E de certo eu e você seremos nós"
domingo, 25 de setembro de 2011
Pouco Melhor
"De tudo o que me é bom
Há de ser melhor e se melhorar
Quando eu te tenho por perto e mais junto
Quando te tenho entre os meus braços filados
E minhas mão fracas"
Lucca R. DiAngello
Há de ser melhor e se melhorar
Quando eu te tenho por perto e mais junto
Quando te tenho entre os meus braços filados
E minhas mão fracas"
Lucca R. DiAngello
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Por Um Espelho Quebrado
"Eu nunca acreditei em superstições mas, depois de ontem, tudo mudou...
Meu dia começou já ruim, pois acordei atrasado
E quando fui me arrumar para sair, eu quebrei o espelho que estava em cima da pia!
Que se de início ao inferno!!!!
Eu tive o pior dia da minha vida no trabalho! Faltou pouco para eu sair de lá ontem mesmo! Insinuaram até que eu tinha roubado dinheiro do caixa! Dá pra imaginar como eu me senti???
O pior de tudo é que eu preciso mais trabalhar lá do que o lugar precise que eu esteja lá!
Nada deu certo ontem... Hoje espero que tudo melhore!
Pelo menos um pouco... Já estou ficando cansado... Exausto!
Nada mais parece importar!
"Outro dia eu chorei. Eu me senti uma idiota... Mas quer saber, fod*-se aquele dia. É por isso que Deus, ou sei-lá-quem faz dia novo" (do filme Preciosa - Uma História de Esperança)
Lucca DiAngello
Meu dia começou já ruim, pois acordei atrasado
E quando fui me arrumar para sair, eu quebrei o espelho que estava em cima da pia!
Que se de início ao inferno!!!!
Eu tive o pior dia da minha vida no trabalho! Faltou pouco para eu sair de lá ontem mesmo! Insinuaram até que eu tinha roubado dinheiro do caixa! Dá pra imaginar como eu me senti???
O pior de tudo é que eu preciso mais trabalhar lá do que o lugar precise que eu esteja lá!
Nada deu certo ontem... Hoje espero que tudo melhore!
Pelo menos um pouco... Já estou ficando cansado... Exausto!
Nada mais parece importar!
"Outro dia eu chorei. Eu me senti uma idiota... Mas quer saber, fod*-se aquele dia. É por isso que Deus, ou sei-lá-quem faz dia novo" (do filme Preciosa - Uma História de Esperança)
Lucca DiAngello
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Recomeço
"E tudo recomeça de onde tudo já havia começado..."
Reativando essa conta... é mais fácil para eu atualizar!!!
Amanhã escrevo algo!!!
LeLucc
Reativando essa conta... é mais fácil para eu atualizar!!!
Amanhã escrevo algo!!!
LeLucc
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Bocas
"Se Deus nos fez a boca para beijar
E se Deus fez a minha só para a sua
Diz-me, que contas d'as a Ele
Se passas por mim e me sorri
Mas, numa timidez, nunca me beijas?
Que contas das ao mundo que espera
Ansioso por nosso caso
Tão amplamente esperado
Se passas por mim e nada faz?
Pois nada há,
Que eu ainda te pego pelos braços
E te levo para um canto, te cerco na parede
E te dou o gosto que tanto queremos
E te vicio no sabor, na frescura
Dos meus beijos
Minha boca há de levar-te as alturas
E tuas contas com Deus há de acertar!"
Lucca R. DiAngello
E se Deus fez a minha só para a sua
Diz-me, que contas d'as a Ele
Se passas por mim e me sorri
Mas, numa timidez, nunca me beijas?
Que contas das ao mundo que espera
Ansioso por nosso caso
Tão amplamente esperado
Se passas por mim e nada faz?
Pois nada há,
Que eu ainda te pego pelos braços
E te levo para um canto, te cerco na parede
E te dou o gosto que tanto queremos
E te vicio no sabor, na frescura
Dos meus beijos
Minha boca há de levar-te as alturas
E tuas contas com Deus há de acertar!"
Lucca R. DiAngello
domingo, 8 de maio de 2011
O Mar
"Ah , de que me serve o teu amor vazio
Como concha perdida na areia?
Shh...
Encoste o ouvido e ouça o mar
Em toda a sua amplitude e magnificência
Mas não te enganes, não te deixes levar
Pois o mar também é sozinho
É frio e é triste, é o mar
Onde se perdem almas
Ao acaso das correntes
Aos cantos das sereias
E tu foi minha sereia
Que me carregou até a desgraça
Que me trouxe a fruta envenenada
E me enganou como s'eu fosse criancinha
Mas não me dói o teu desamor mundano
Pois que em outras bocas vou buscando
E, quem sabe, até encontrando
O sabor que me envolverá"
Lucca R. DiAngello
Como concha perdida na areia?
Shh...
Encoste o ouvido e ouça o mar
Em toda a sua amplitude e magnificência
Mas não te enganes, não te deixes levar
Pois o mar também é sozinho
É frio e é triste, é o mar
Onde se perdem almas
Ao acaso das correntes
Aos cantos das sereias
E tu foi minha sereia
Que me carregou até a desgraça
Que me trouxe a fruta envenenada
E me enganou como s'eu fosse criancinha
Mas não me dói o teu desamor mundano
Pois que em outras bocas vou buscando
E, quem sabe, até encontrando
O sabor que me envolverá"
Lucca R. DiAngello
sábado, 7 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O Lamento
"Tenho a tristeza em cada tom da minha voz
Na cor pálida
E no toque fino da minha pele
Tenho o lamento nas palavras ditas
E também choradas
E a melancolia acorrentada aos meus pés...
E por debaixo dessa casca do meu ser
Escondida em algum fundo sem luz
Está a minha alma, criança ainda
Que canta baixinho, envergonhada
Esperando uma faísca que apontasse a direção
Mas não te aflijas, não temas
Que depois da chuva, da tempestade,
Da ventania e destruição,
Tudo novo e limpinho renasce
E verá renasci nós e meu coração"
Lucca R. DiAngello
Na cor pálida
E no toque fino da minha pele
Tenho o lamento nas palavras ditas
E também choradas
E a melancolia acorrentada aos meus pés...
E por debaixo dessa casca do meu ser
Escondida em algum fundo sem luz
Está a minha alma, criança ainda
Que canta baixinho, envergonhada
Esperando uma faísca que apontasse a direção
Mas não te aflijas, não temas
Que depois da chuva, da tempestade,
Da ventania e destruição,
Tudo novo e limpinho renasce
E verá renasci nós e meu coração"
Lucca R. DiAngello
domingo, 1 de maio de 2011
Quando Te Encontrei
"Nos passos contados da minha errante caminhada
Dentre buracos e cacos encontrados no chão
Quase cego, nas paredes a tactear
Pulando poças d'água
Procurando por uma sombra tranquila
Que pudesse me acolher e me acalmar a pele
Ardida pelos carinhos do sol arrogante
Nesse mundo que mais me parecia
Um pedaço da minh ilusão
Te encontrei parada
Um manequim de luz e cor e vida
De olhar perdido
Perdido em algum lugar só seu
E então meu olhar encontrou o teu
Num abraço forte e fervoroso
Quase que pecaminoso
E o nosso sangue ferveu
Os meus pés logo encontraram a direção
Como se tu me fosse um imã
Entrei no teu campo gravitacional
Toquei teu rosto
Tua face rosada que me fitava
Com suas duas contas azuis
E sorridente
Um rio de mistério no qual eu me aventurei pular
E pulei!
E foi quando chegou a lua
A confidente de todos os amantes
A senhoria que mantém seguro os quartos e ruelas
Mantendo a sós os dois que se encontram
E se querem um ao outro
Em busca do sabor mais doce e viciante"
Lucca R. DiAngello
Dentre buracos e cacos encontrados no chão
Quase cego, nas paredes a tactear
Pulando poças d'água
Procurando por uma sombra tranquila
Que pudesse me acolher e me acalmar a pele
Ardida pelos carinhos do sol arrogante
Nesse mundo que mais me parecia
Um pedaço da minh ilusão
Te encontrei parada
Um manequim de luz e cor e vida
De olhar perdido
Perdido em algum lugar só seu
E então meu olhar encontrou o teu
Num abraço forte e fervoroso
Quase que pecaminoso
E o nosso sangue ferveu
Os meus pés logo encontraram a direção
Como se tu me fosse um imã
Entrei no teu campo gravitacional
Toquei teu rosto
Tua face rosada que me fitava
Com suas duas contas azuis
E sorridente
Um rio de mistério no qual eu me aventurei pular
E pulei!
E foi quando chegou a lua
A confidente de todos os amantes
A senhoria que mantém seguro os quartos e ruelas
Mantendo a sós os dois que se encontram
E se querem um ao outro
Em busca do sabor mais doce e viciante"
Lucca R. DiAngello
sábado, 30 de abril de 2011
Esperanças Empoeiradas
"Ah, que tão falso foi o nosso amor,
De peito oco.
Tão livre de carícias e apertos
Nem de longe assim se imaginou
Que nós dois juntos não seríamos
O que sozinho eu sou...
Como se eu já não me contentasse
Em o mundo me açoitar tão repetidamente
Fui lá eu, procurar no peito de outra gente
Um canto meu, uma cama quente, um cobertor...
Mas só vi promessas, esperanças empoeiradas
Vi as mentiras das mais descaradas
Vi um recanto, um espanto, um horror
Nas esquinas do teu peito desabrigado
Eu fui o mendingo pedindo de esmola mais um pouco de dor..."
Lucca R. DiAngello
De peito oco.
Tão livre de carícias e apertos
Nem de longe assim se imaginou
Que nós dois juntos não seríamos
O que sozinho eu sou...
Como se eu já não me contentasse
Em o mundo me açoitar tão repetidamente
Fui lá eu, procurar no peito de outra gente
Um canto meu, uma cama quente, um cobertor...
Mas só vi promessas, esperanças empoeiradas
Vi as mentiras das mais descaradas
Vi um recanto, um espanto, um horror
Nas esquinas do teu peito desabrigado
Eu fui o mendingo pedindo de esmola mais um pouco de dor..."
Lucca R. DiAngello
segunda-feira, 25 de abril de 2011
25.04.2011 - O Inicio
"É aqui onde tudo começa
É o agora não o depois.
É aqui onde o choro faz-se de riso,
Onde o pranto encontra um canto para descançar
Onde calma vem repousar e chorar suas mágoas...
É aqui onde tudo se inicia.
Onde o medo encontra a força,
O despeito.
Onde as mãs criam, não destroem
Aplaudem, em honra, em prazer...
É aqui,
Em um lugar qualquer,
Que a luz da livre criação artistica,
Que dantes brilhava fraca e envergonhada,
Ganha o brilho e a força d'um constelação!"
Lucca DiAngello
É o agora não o depois.
É aqui onde o choro faz-se de riso,
Onde o pranto encontra um canto para descançar
Onde calma vem repousar e chorar suas mágoas...
É aqui onde tudo se inicia.
Onde o medo encontra a força,
O despeito.
Onde as mãs criam, não destroem
Aplaudem, em honra, em prazer...
É aqui,
Em um lugar qualquer,
Que a luz da livre criação artistica,
Que dantes brilhava fraca e envergonhada,
Ganha o brilho e a força d'um constelação!"
Lucca DiAngello
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