Depois de mim não há mais nada
Pois que também nada nunca houve antes
Só há silencio, só há vazio
Só eu...
Depois de mim, nem o dilúvio,
Nem o disastre se dá ao trabalho de aparecer
Não há nada...
Só um silencio sepulcral...
Pois esse meu corpo nada mais é
Que um mausoleu de minha alma fadigada
Fadada a nada ser nessa terrinha de ninguém
E que frio passa a minha alma
Que solidão que me vem com o vento...
Shhh... Ouça!...
Encoste teu ouvido no meu peito
Fecho os olhos e, se prestar atençao,
Ouvirás o mar,
Ondas quebrando pelo mundo inteiro...
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